Vamos ser sócios? Vamos
trocar ideias? Vamos criar uma sociedade?
A consciência de si cria
a pessoa, o indivíduo. Mas é a linguagem que permite estabelecer uma sociedade.
Sozinhos e sem a
comunicação ainda estaríamos grunhindo e disputando a caça.
O homem, além de um “ser
biológico”, ao pensar cria um “ser psicológico”, que se comunicando estabelece
uma sociedade.
Nos associamos e somos
ensinados (e também ensinamos) sobre uma “ideia” de mundo.
Você só se tornou o que é
hoje pela influência da sociedade em que vive. Somos “sócios” de ideias
coletivas.
E se você tivesse
crescido numa sociedade totalmente diferente? (Como a Índia, a China ou o
Afeganistão, por exemplo).
Como você seria? Que
ideias defenderia? Como você rezaria?
O que em você
permaneceria igual, independente dos costumes da sociedade onde você cresceu?
Se você pudesse fazer
essa experiência constataria que as semelhanças que restassem seriam
provavelmente a sua essência.
Somos todos “sócios”.
Alimentamos e somos alimentados pela sociedade em que vivemos.
Quanto dos conceitos (ou
preconceitos) que defendemos são realmente decisões nossas?
E como construir uma nova
forma de comportamento dos “sócios”, discutindo e estabelecendo os limites com
liberdade e responsabilidade para evoluir a nossa sociedade?
Apesar de dependermos da
sociedade, desde o nascimento até a morte, somos livres para sonhar e realizar
nosso projeto pessoal de vida.
Contudo, somos também
responsáveis pela sociedade em que vivemos.
Uma solução simples para
todos os conflitos humanos seria praticar a empatia:
Exercitar a capacidade de
se colocar no lugar do outro “sócio”, tentando sentir suas dores, suas
ansiedades e compreender os seus sentimentos.
E aí? Vamos ser sócios?
Vamos construir uma sociedade?
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