Colombo cresce num ritmo tão acelerado que a sua população ainda não teve tempo para desenvolver o tradicional “bairrismo” colombense. Precisamos aprender a nos orgulhar da cidade onde moramos.
Conheço pessoas que moram aqui há muitos anos e que não mudam as placas dos seus carros, não transferem seus títulos eleitorais e, quando alguém de fora pergunta onde moram, dizem que são da “região metropolitana de Curitiba”.
Eu sou colombense de coração e me orgulho de morar numa cidade que recebe a todos de braços abertos. Onde diferentes etnias convivem de forma harmoniosa.
Moramos todos num país em que as diferenças sociais e culturais são enormes. No entanto, em Colombo essas diferenças não dividem as pessoas em grupinhos dos mais ricos ou dos mais cultos.
Pense um pouco sobre os seus vizinhos e amigos. Você vai perceber que se relaciona bem com todos, independente do seu nível social ou cultural.
“Mas como vou me orgulhar de Colombo se ela é conhecida apenas como uma cidade dormitório?” Perguntou-me um amigo.
A lógica é simples: Nossa cidade é considerada “dormitório”, porque a maioria dos moradores sai todos os dias para trabalhar numa cidade vizinha. Devemos então sentir orgulho, pois somos “reconhecidamente” um povo trabalhador.
Se uma cidade não consegue gerar empregos suficientes para os seus moradores, certamente não é o povo que deve se envergonhar. Eu, Silvio Kurzlop, sou colombense sim senhor! E com orgulho.
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